Hipóteses para um mundo inacabado
Hipóteses para um mundo inacabado é uma exposição de curta-duração que reúne trabalhos desenvolvidos pelos participantes do Grupo de Estudos em Arte, Ciência e Tecnologia MOLA ao longo de uma temporada de 12 encontros.
Mais do que responder a um tema único, os trabalhos compartilham uma disposição comum para a investigação, a dúvida e a experimentação. Questões relacionadas ao corpo, tecnologia, memória, território, ecologia, imaginação, sistemas em rede e feedback aparecem de formas diversas em proposições e respostas aos temas abordados. Em forma de protótipos e obras em processo também ressoam investigações colaterais, como as simulações da natureza dos truques, a fabricação de paradigmas, o evidenciamento de estratégias e algoritmos enviesados e escondidos em toda parte, evidenciando as armadilhas e transformações de nosso tempo.
A exposição reflete a singularidade dos percursos de cada artista e apresenta pesquisas em diferentes estágios de desenvolvimento, atravessando linguagens como instalação, vídeo, performance, escultura, desenho, código e outras experimentações com tecnologias instáveis, contemporâneas – sempre em escuta mútua, em composição.
Desde 2014, coordenado por Fernando Velázquez e Lucas Bambozzi, o MOLA constitui um espaço independente de troca, acompanhamento de processos e reflexão crítica sobre as relações entre arte, ciência e tecnologia. Esta exposição torna visível uma pequena amostra desse ecossistema de pesquisas, encontros e inquietações, reunindo obras que não pretendem oferecer respostas definitivas, mas abrir novas perguntas e possibilidades de percepção sobre o presente e os mundos que ainda estão por vir, em processo. Pois o mundo nunca esteve pronto.
Adriano Franchini, Anderson Penha, Azeite de Leos, Marcio Carvalho, Felipe Julián, Felipe Souto Ferreira, Flavio Barollo, Giulia Muller, Hector Reis, Orlando Facioli, Lucas Nicolov, Tereza Nardes, William Figueiredo.
Mais do que responder a um tema único, os trabalhos compartilham uma disposição comum para a investigação, a dúvida e a experimentação. Questões relacionadas ao corpo, tecnologia, memória, território, ecologia, imaginação, sistemas em rede e feedback aparecem de formas diversas em proposições e respostas aos temas abordados. Em forma de protótipos e obras em processo também ressoam investigações colaterais, como as simulações da natureza dos truques, a fabricação de paradigmas, o evidenciamento de estratégias e algoritmos enviesados e escondidos em toda parte, evidenciando as armadilhas e transformações de nosso tempo.
A exposição reflete a singularidade dos percursos de cada artista e apresenta pesquisas em diferentes estágios de desenvolvimento, atravessando linguagens como instalação, vídeo, performance, escultura, desenho, código e outras experimentações com tecnologias instáveis, contemporâneas – sempre em escuta mútua, em composição.
Desde 2014, coordenado por Fernando Velázquez e Lucas Bambozzi, o MOLA constitui um espaço independente de troca, acompanhamento de processos e reflexão crítica sobre as relações entre arte, ciência e tecnologia. Esta exposição torna visível uma pequena amostra desse ecossistema de pesquisas, encontros e inquietações, reunindo obras que não pretendem oferecer respostas definitivas, mas abrir novas perguntas e possibilidades de percepção sobre o presente e os mundos que ainda estão por vir, em processo. Pois o mundo nunca esteve pronto.
Adriano Franchini, Anderson Penha, Azeite de Leos, Marcio Carvalho, Felipe Julián, Felipe Souto Ferreira, Flavio Barollo, Giulia Muller, Hector Reis, Orlando Facioli, Lucas Nicolov, Tereza Nardes, William Figueiredo.
Abertura
03 de junho de 2026
Visitação
05 e 06 de junho de 2026
Canteiro – Campo de Produção em Arte Contemporânea
Rua Purpurina, 434 – Vila Madalena
São Paulo, Brasil
03 de junho de 2026
Visitação
05 e 06 de junho de 2026
Canteiro – Campo de Produção em Arte Contemporânea
Rua Purpurina, 434 – Vila Madalena
São Paulo, Brasil