Oficina Expandindo o videomapping  
usos e práticas de videoprojeção nas artes 

O uso de vídeo mapping (projeção mapeada) sobre fachadas de arquiteturas históricas ou em
empenas de prédios é algo que maravilha a todos os públicos, seja em teatro, dança,
performance e no audiovisual expandido.

Nesta oficina, a artista Bianca Turner, que vem trabalhando com vídeo projeção em diversas
superfícies desde 2008, irá trazer referências desse uso e fundamentar sua prática, além de
ensinar os participantes iniciantes o básico de manipulação de imagem ao vivo e de como fazer
um vídeo mapping a partir do uso do softwares Resolume Arena, e de After Effects.
Os participantes também terão oportunidade de compartilhar projetos pessoais para serem
desenvolvidos ao longo da oficina.
Dias da semana: quartas-feiras
Formato: Presencial 
Horário: 19h às 22 h
Início: 01 de julho
Término: 29 de julho

Valor: 2 parcelas de R$ 300,00
Programa de bolsas: 2 bolsas de 80% para pessoas não brancas ou LGBTQIAP+, mediante envio de portfólio e carta de intenção

A quem se destina: artistas, interessadxs, vjs iniciantes
Formato presencial
Dúvidas: canteiro.cpac@gmail.com


Programa:

CARGA HORÁRIA : 5 DIAS ( 15 HORAS )
3h por dia (com intervalo de 15 minutos)

DIA 1:

_Breve Apresentação dos participantes, e da artista. (1h30)
_Referências de vídeo mapping em superfícies alternativas. Referências de artistas nacionais e
internacionais que trabalham com vídeo projeção. (1h15)

DIA 2:
_ Projetores, qual escolher ? Sobre montagens, rider técnico (1h)
_Introdução a Interface do Resolume Arena (1h45)

DIA 3:
_Resolume Arena básico e Output e exercícios práticos de mapeamento no espaço (3h)
DIA 4:
_ Dúvidas e introdução a Stak e Blend (usando mais de um projetor) (3h)

DIA 5:
_ Introdução ao Vídeo Mapping em Arquitetura : passo a passo.
(necessário Illustrator e After Effects) 1h30
_Dúvidas gerais dos participantes. (1h30)
Bianca Turner trabalha interdisciplinarmente entre manifestações de vídeo, vídeoarte, vídeo  performances, vídeo instalações e cinema expandido, ações audiovisuais e intervenções  urbanas, vídeomapping, e também colabora com músicos, compositores, performers e outros  artistas compondo com vídeo projeção e composição visual, trazendo uma pesquisa que  aprimora a noção de arquivo, imagem e corpo e sua fricções como linguagem.  Sua pesquisa explora a noção do arquivo como imposição imperialista, a expansão do tempo espaço através do uso de recursos audiovisuais e a vídeo projeção em relação com o corpo.  
Bianca turner (SP, 1984) é bacharel em 'Design e Prática de Performance' na Central Saint  Martins (2011, Londres) e Mestre em "Cenografia" pela Royal Central School of Speech and  Drama (2013, Londres).  
Destaca-se sua participação na BIENALSUR, na mostra ‘Ese Frágil equilibrio’ (2023), na  exposição ‘Mulheres em Luta! Arquivos de Memória Política’, no Memorial da Resistência de São  Paulo (2023), na Mostra Verbo de Performance Arte em 2022 e 2018 (Galeria Vermelho), na  40º Arte Pará e no 1° Salão de Arte de Goiás em 2022 (MAC); na performance de abertura da  34° Bienal de SP em 2020 em colaboração com Neo Muyanga e com o Coletivo Legítima  Defesa, no 46° SARP (MARP) em 2021, no Festival SSA Mapping em 2018, no 50° Salão de  Arte Contemporânea Luis Sacilotto, Reencontre Internacionales Berlin/Paris em 2024, e o  projeto MANIFEST!, novas perspectivas artisticas sobre o trânsito no Atlântico, com Luanda  Carneiro Jacoel, apresentando ‘Kalunga XR’ em Nantes, França em 2024.  Destaques para a exposição ‘Corpo Poético Político’, na Galeria Portas VilaSeca (2020), e  ‘Fauna, Flora, Primavera’, na Galeria Luciana Brito (2022), ambas com curadoria de Fernando  Mota.  
Tem premiações no 36° Salão de Jacarezinho em 2021, no 18° Salão Ubatuba de Artes  Visuais em 2022, no SSA Mapping (2023) com prêmio do Juri Técnico, e menção honrosa no  VideoMapping Festival Reencontre Audiovisuelle #7 em Lille, França, no trabalho com Fred  Ebami.  
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